Pastorear por um dia

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Pastorear por um dia será uma das melhores sensações que poderá ter ou oferecer. O almoço será em regime de pic-nic.

“A contribuição dos animais de companhia para a sociedade atual vai muito além do papel que lhe atribuímos, o de companhia e companheirismo.”

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O seguinte artigo é relacionado com animais de companhia e os benefícios dos animais de companhia na saúde mental

A contribuição dos animais de companhia para a sociedade atual vai muito além do papel que lhe atribuímos, o de companhia e companheirismo.

O vínculo e a parceria que se estabelecem entre os seres humanos e os restantes animais desempenham um papel relevante, também sob o ponto de vista psicológico, nas sociedades de hoje, sujeitas a variadas formas e níveis de pressão, ajudando-as a lidar com o aumento do stresse e da ansiedade. Hoje, são amplamente reconhecidos, e testados, mundialmente, os benefícios sociais e efeitos psicológicos relacionados com a presença de um animal doméstico em casa, benefícios estes que são e aceites cientificamente desde há duas décadas.

Mas na verdade, esta vinculação e convivência entre seres humanos e animais remonta à Pré-história e ao longo do percurso evolutivo humano os animais domésticos têm sido parte integrante das sociedades, não sendo este um fenómeno apenas restrito aos últimos séculos. Se de início os animais eram tidos como elementos de utilidade na caça, na pesca, no pastoreio, rapidamente foram sendo treinados para outras funções e tornaram-se uma parte do estilo de vida, e do quotidiano do ser humano moderno. E os benefícios desta convivência não são unilaterais, ou seja, ambas as espécies, beneficiam deste vínculo e convivência.

Dentro dos vários benefícios mútuos resultantes deste convívio e coabitação, foram descritas situações de interação entre animais, sobretudo cães e gatos, e utentes deprimidos, com efeitos clínicos positivos, na saúde física e mental. Foram ainda descritos, nesta associação ser humano-animal, benefícios para além da companhia, como o estímulo para a realização de exercício, a segurança, a diminuição dos níveis de tensão arterial, da frequência cardíaca, do stresse e da ansiedade, além de outras doenças mentais como défices de atenção, demências e autismo – com resultados visíveis na maioria dos casos, particularmente com cães, muito pelas suas aptidões de sociabilização e domesticação. No entanto, outras espécies, como os gatos, também podem ser, e são, utilizadas em atividades terapêuticas dirigidas a pessoas, assim como os equinos e os golfinhos, usados sobretudo em pessoas com necessidades especiais.

Os primeiros registos publicados sobre estes benefícios dos animais na saúde mental remontam já a 1792, em Inglaterra, num hospital psiquiátrico, chamado Retiro de York, fundado em que o psiquiatra William Tuke, recorreu a tratamentos inovadores para pacientes que sofriam de esquizofrenia, usando animais de pequeno porte que existiam nas imediações do hospital. A partir de então, têm sido muitos os profissionais de saúde mental, e não só, que se debruçam sobre esta prática. Por exemplo, nos EUA, atualmente, há mesmo programas especializados nesta área que atestam os seus benefícios, não só nos doentes como nos seus familiares e até nas equipas de saúde envolvidas nas unidades de saúde mental. E isto, para além de outras hipóteses explicativas, fundamenta-se na propensão humana à biofilia, à vinculação e à sociabilização, em que o ser humano tende a projetar as suas expectativas, sentimentos e necessidades nos outros (sobretudo nos seus filhos e companheiros), pelo que é possível que este mesmo processo possa estender-se também aos animais de companhia.

Certo é que são inúmeros os testemunhos em estudos científicos de entrevistados que afirmaram que os seus animais melhoraram inequivocamente a sua qualidade de vida muitas vezes desviando-os de focos de preocupações, de tristeza e de ansiedade.

Fonte: JM Madeira | Leia este e outros artigos de Sílvia Vasconcelos aqui.

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